O bocal, localizado acima do eixo do balancim, possui uma extremidade frontal com uma placa defletora (defletor) e uma placa guia. A pressão da água proveniente do bocal, ao ser pulverizada, faz com que a placa defletora impacte a placa guia, gerando uma força tangencial no balancim que gira em torno de um determinado ângulo. Em seguida, a força retorna sob a ação da mola de torção e atinge o bocal, fazendo-o girar em um ângulo. Esse processo se repete até que o bocal complete uma rotação de 360 graus. Se o bocal estiver equipado com um dispositivo limitador e um mecanismo de reversão, a rotação do bocal, após atingir um determinado ângulo, pode ser revertida, possibilitando a irrigação por aspersão em leque. É adequado para sistemas de aspersão de média pressão fixa. O aspersor de pêndulo vertical utiliza a força de reação gerada pelo impacto da água no defletor na extremidade frontal do braço do pêndulo vertical para fazer o aspersor girar intermitentemente. O braço do pêndulo é girado pelo contrapeso em sua extremidade traseira. Após um determinado ângulo de rotação do bocal, o rolete de fixação e o limitador, juntamente com a haste de acionamento, empurram e puxam o bocal em direção ao braço de reversão, cortando ou interrompendo o jato do bocal e forçando-o a inverter rapidamente o sentido de rotação. Este bocal apresenta vantagens como forças balanceadas, equilíbrio de trabalho confiável, longo alcance e ampla faixa de ajuste de vazão, sendo seu uso cada vez mais difundido. No entanto, a pressão necessária é maior e a estrutura é mais complexa.